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Page history last edited by PBworks 4 years, 9 months ago

          PROJETO MISTÉRIOS CÓSMICOS            

 

 

COMPONENTES:CIBELE ORTIZ

                        SUELEN R. MARTINS

                        TIELE RIBEIRO

                        LAUREANE DOS SANTOS

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                              QUESTIONAMENTOS:

 

 

 

  * O QUE É O UNIVERSO?

 * COMO É O ESTUDO DOS SIGNOS DENTRO DA ASTROLOGIA?

            * COMO SURGIU A CULTURA EGÍPCIA?

 

 

 

                       CERTEZAS:

* O UNIVERSO É INFINITO;

* O UNIVERSO SURGIU DO FENÔMENO DENOMINADO BIG BANG;

* EXISTEM DOZE SIGNOS ZODIACAIS;

* OS SIGNOS SÃO: ÁRIES, TOURO, GÊMEOS, CÂNCER, LEÃO, VIRGEM, LIBRA, ESCORPIÃO, SAGITÁRIO, CAPRICÓRNIO, AQUÁRIO, PEIXES;

* AS PIRÂMIDES FORAM CONSTRUIDAS PARA SERVIR DE TÚMULO AOS FARAÓS; 

* OS EGÍPCIOS DESENVOLVERAM A MATEMÁTICA, A ASTRONOMIA E MEDICINA.

 

 

 

        DÚVIDAS

 

* COMO O UNIVERSO É FORMADO?

* QUAL A INFLUÊNCIA DO UNIVERSO EM NOSSAS VIDAS?

* QUAL É A INTERFERÊNCIA DOS SIGNOS EM NOSSA VIDA?

* QUEM  E PORQUE CRIOU A  ASTROLOGIA?

* QUAL A RELAÇÃO ENTRE UNIVERSO E  ASTROLOGIA COM O EGITO?

 

 

 

 

Primeira versão do mapa conceitual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                              Universo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
Universum - Representação do Universo gravada em madeira, usada por Camille Flammarion na obra L'atmosphère: météorologie populaire, (Paris 1888) - (Coloração de Heikenwaelder Hugo, Viena 1998).
Universum - Representação do Universo gravada em madeira, usada por Camille Flammarion na obra L'atmosphère: météorologie populaire, (Paris 1888) - (Coloração de Heikenwaelder Hugo, Viena 1998).
 
 
 
 
 
 

        A palavra universo (do latim universus, "todo inteiro", composto de unus e versus) tem várias acepções, podendo ser designado como "a totalidade das coisas objeto de um estudo que se vai fazer ou de um tema do qual se vai tratar". Portanto, o termo pode ser designado como a "Totalidade das coisas". Na linguagem quotidiana poderíamos dizer "Universo da Política", "Universo dos Jogos", "Universo Feminino"... Isso são particularizações da palavra. Se quisermos designar a totalidade do todo físico e real, a definição aplicada terá carácter cosmológico.

 

 

 

 

                                        Universo - definição cosmológica  

 

         Conjunto de estrelas, planetas, galáxias e outros objetos celestes inseridos no sistema espaço-temporal que obedecem às leis da física.

Esta definição, embora bastante vasta, é ainda incompleta frente aos avanços do conhecimento e da agregação cada vez maior de antes desconhecidas e que passam a ter comprovação científica

 

 

 

                                                                   Origem

 

 

                     O Big Bang, ou grande explosão, também conhecido como modelo da grande explosão térmica, parte do princípio de Friedmann, segundo o qual enquanto o Universo se expande, a radiação contida e a matéria se esfriam. Para entender a teoria do Big Bang, deve-se em primeiro lugar entender a expansão do Universo, de um ponto A para um ponto B; assim, podemos, a partir deste momento, retroceder no espaço, portanto no tempo, até o Big Bang.

Sabe-se que a matéria primordial - muitos acreditam ser o hidrogênio - ao aglomerar-se gravitacionalmente deu origem às primeiras galáxias, onde surgiram posteriormente estrelas e planetas, num processo de expansão que ainda está em marcha, desde há cerca de 13,7 mil milhões de anos (no Brasil, bilhões de anos).

 

 

 

 

                                                 Futuro 

 

         Nesta altura, é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagregação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Este última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenômeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche propôs a hipótese, na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.

Em cosmologia, o Big Bang é a teoria científica que o universo emergiu de um estado extremamente denso e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. A teoria baseia-se em diversas observações que indicam que o universo está em expansão de acordo com um modelo Friedmann-Robertson-Walker baseado na teoria da Relatividade Geral, dentre as quais a mais tradicional e importante é relação entre os redshifts e distâncias de objetos longínquos, conhecida como Lei de Hubble, e na aplicação do princípio cosmológico.

Em um sentido mais estrito, o termo "Big Bang" designa a fase densa e quente pela qual passou o universo. Essa fase marcante de início da expansão comparada a uma explosão foi assim chamada pela primeira vez, de maneira desdenhosa, pelo físicoinglêsFred Hoyle no programa "The Nature of Things" da rádio BBC. Hoyle, proponente do modelo (hoje abandonado) do universo estacionário, não descrevia o Big Bang mas o ridicularizava.

Apesar de sua origem, a expressão"Big Bang" acabou perdendo sua conotação pejorativa e irônica para tornar-se o nome científico da época densa e quente pela qual passou o universo.

 

 

 

                                           Controvérsias

 

            A teoria do Big Bang não é um acontecimento igual a uma explosão da forma que conhecemos, embora o universo observável com a ajuda das lentes dos modernos telescópios espaciais ainda descreva um resultado de uma explosão (uma fuga cósmica) há quem levante dúvidas se realmente houve algo que explodiu ou se foi uma explosão a causa dessa dilatação observada.

Alguns afirmam que o termo "Big Bang" é utilizado como uma aproximação para designar aquilo que também se costuma chamar de "Modelo Cosmológico Padrão". Este consiste numa aplicação da Relatividade Geral ao Universo como um todo. Isso é feito, em um primeiro momento, assumindo-se que o universo é homogêneo e isotrópico em larga escala. Em um segundo momento se introduz flutuações de densidade no modelo e estuda-se a evolução destas até a formação de galáxias.

O modelo cosmológico padrão é extremamente bem testado experimentalmente e possibilitou a previsão da radiação cósmica de fundo e da razão entre as abundâncias de hidrogênio e hélio.

Os dados observacionais atualmente são bons o suficiente para saber como é a geometria do universo.

Exemplificando: Se for imaginado um triângulo, com lados maiores do que milhares de vezes o raio de uma Galáxia observável qualquer, se poderá saber da validade do teorema de Pitágoras pela observação direta. Porém, não se tem idéia de qual é a topologia do universo em larga escala atualmente. Ou, é sabido se ele é infinito ou finito no espaço.

O termo Big Bang também designa o instante inicial (singular) no qual o fator de escala (que caracteriza como crescem as distâncias com a expansão) tende a 0.

Alguns afirmam que as equações da Relatividade Geral falham no instante 0 (pois,são singulares). Eventos com t< t_{big bang} simplesmente não estão definidos.

Portanto acreditam alguns que, segundo Relatividade Geral não faz sentido se referir a eventos antes do Big Bang.

É sabido que as condições físicas do universo muito jovem estão fora do domínio de validade da Relatividade Geral devida densidade ambiental e não se espera que as respostas sejam corretas na situação de densidade infinita e tempo zero.

Atualmente a Teoria do Big Bang é a mais aceita hoje pelos cientistas. Porém há pessoas que afirmam que nela existem contradições que não podem explicar alguns pontos.

 

 

 

 

 

 

                                                                     O Universo

 

 

      A idéia de universo é produto de convicções filosóficas, religiosas, científicas e políticas. A ciência filosófica e a ciência física não são estáticas, de forma dinâmica variam, se expandem, tal qual nossa concepção de universo.

As hipóteses teóricas fazem parte de um processo maior que consiste no estabelecimento da descoberta progressiva da realidade pela razão.

Estas se confundem com o que se poderia chamar de história da razão, mostrando o quanto o saber é um fenômeno histórico e social, que paulatinamente cresce de geração para geração, se expandindo ininterruptamente. Portanto, a realidade também é um processo em expansão, ficando a pergunta: Afinal, o universo criou o homem à sua imagem e semelhança, ou o processo é ao contrário, foi o homem quem criou o universo à sua imagem e semelhança?

 

 

 

 

 

                           A expansão da mente e do universo conhecido

 

 

Sextante
Sextante

 

 

             Em milênios de avanço da ciência e da tecnologia, hoje, a única certeza que se tem é que ambos estão em expansão, criatura e criador. Não necessariamente nesta ordem, isto é, tanto um, quanto outro podem estar em qualquer dos papéis.

Atualmente sabe-se que aqueles andarilhos entre as estrelas não são astros que geram sua própria luz, mas companheiros que estão em órbita do sol e refletindo sua luz.

Sabe-se também que, além destes errantes, existem outros que podem ser vistos e detectados com telescópios. Sempre quando há dúvida quanto aos métodos científicos de descoberta, o princípio maior que norteia os humanos é o postulado básico ao qual deve todo cientista se basear, é o princípio de uniformidade da natureza, segundo o qual, os elementos encontrados na Terra, repetem-se em todo o Universo e obedecem às mesmas leis.

 

 

 

 

 

                                                   A Via Láctea

 
 Via Láctea
Via Láctea
 

        Da Terra, enxergando-a como uma nave espacial, quando observamos o firmamento, vimos, aparentemente imóvel a abóbada celeste, e que dentro de uma estreita faixa chamada de Zodíaco pelos antigos, existe uma tênue, leitosa e nebulosa avenida, por onde transitam todos os astros vistos a olho nu. Sabe-se que esta nada mais é do que um sistema de corpos celestes girando e dando forma a um disco achatado que chamamos de galáxia, a Via Láctea.

Muitas gerações de estudiosos foram necessárias para que os humanos tivessem este conhecimento, outras ainda virão pelo que está a porvir.

 

 

 

 

                                 O grupo local de galáxias

 

 

Pequena Nuvem de Magalhães
 
 

Quando nos afastamos no tempo e no espaço, inicialmente veremos uma luz cor de pérola envolver nosso frágil habitar; continuando o afastamento hipotético, veremos que a Via Láctea é uma imensa torrente de sóis que, numa explosão de energia iluminam o céu.

O diâmetro total da Via Láctea é em torno de 100.000 anos luz, esta se desloca a uma velocidade de 950.000 quilômetros por hora. A nossa galáxia, nada mais é do que um aglomerado que faz parte de um agregado estelar ainda maior, chamado de grupo local.

 

 

 

                                                Grupo local

 

 

O grupo local é um aglomerado de aproximadamente vinte galáxias onde se destacam as duas Nuvens de Magalhães que são galáxias sem forma definida que acompanham a Via Láctea, à semelhança de satélites que giram em torno de planetas.

Entre as galáxias do grupo local está a NCG 598, esta pequena formação galáctica também gira sobre si mesma, porém parece uma explosão de fogos de artifícios. Em relação ao tamanho do universo, esta observação está muito perto do Sol, há apenas 700.000 anos luz.

 

 

 O grupo local
 
 

  À medida em que afastamos a distância de observação, notaremos que para muito além das constelações conhecidas, das nuvens estrelares, dos aglomerados mais distantes, das Nuvens de Magalhães e do Grupo Local de galáxias, existe um número crescente de manchas claras sobre o negrume espacial.

 

 

 

                                                    Os universos ilhados

 

 

      As galáxias exteriores são chamadas de Universos Ilhados, cada qual com milhões e milhões de estrelas em seu interior. Indo em direção norte celeste, à Ursa Maior, observamos alguns aglomerados globulares, estes são um grupo semelhante ao grupo local, porém com aproximadamente trezentas galáxias.

 

 

 

 

                                         A galáxia de galáxias

 

 

 

 

 

       Mais adiante, um grupo maior com cerca de quinhentos grupos destes de trezentas galáxias cada, ou seja, agora na imensidão observamos uma galáxia de galáxias, e um detalhe, todas, absolutamente todas se afastando umas das outras e da nossa Via Láctea.

Prestando atenção aos detalhes, notaremos alguns lampejos, muito tênues, e estes nada mais são do que galáxias que se encontram em rota de colisão, muitas se entrecruzando, deixando atrás de si a aniquilação de milhões de sóis que se chocaram.

 

[editar] O espaço relativístico

O espaço relativístico

Aumentando ainda mais a distância de observação, observaremos objetos do chamado espaço relativístico, neste as leis da física são de fato provadas. As distâncias de observação são enormes, girando em torno de dois bilhões de anos luz. Nestes locais a gravidade está influindo poderosamente em todas as galáxias, e em galáxias de galáxias. O espaço relativístico está naquele local, e os rastros de luz deixados pelas imensas massas de matéria que por lá passaram também.

Lá o espaço-tempo é de fato provado, o universo é quadridimensional, para todos os eventos estelares, o tempo é uma referência como qualquer dos outros três eixos que o compõem.

 

[editar] A fronteira do Universo

 A galáxia de galáxias

Ao mesmo tempo em que compreendemos o espaço relativístico, vemos mais e mais chegar um paradoxo da cosmologia. Se a dois bilhões de anos luz de distância, nossa velocidade relativa é de 10% da velocidade da luz, de acordo com a Lei Hubble-Humason, quando chegarmos a 20 bilhões de anos luz atingiremos a velocidade da luz, como da Terra alguém conseguiria ver algo acima desta distância?

A luz emitida jamais chegaria até um observador terrestre, portanto, teoricamente, o limite do observável do Universo em expansão é em torno de vinte bilhões de anos luz. Observe na imagem à direita, existem pontos vermelhos apagados que estão marcados por círculos. Presume-se que estes pontos são massas que já atingiram velocidades tão grandes que o efeito Doppler as fez praticamente invisíveis aos comprimentos de onda de luz visível.

Para mais além desta distância observável, somente a imaginação por enquanto, poderá ser aplicada.

 

 

 

O Tamanho do Universo

 

O universo visível aparenta possuir um raio de 14 bilhões de anos-luz simplesmente porque o universo tem aproximadamente 14 bilhões de anos de idade. Por esta razão, todos no universo tem a impressão de estarem no centro do universo visível. O tamanho exato do universo é complicado pelo fato de que o universo está se expandindo. Galáxias visíveis nos limites do universo visível, emitirram suas luzes quando estavam muito mais próximas de nós, e agora estão muito mais distantes.

O verdadeiro tamanho do universo provavelmente é muito maior que o do universo visível. A geometria do unverso sugere que ele tenha um tamanho infinito e que se espandirá eternamente. Mesmo que o universo não seja infinito, nosso universo visível deve ser apenas uma pequena parte de uma totalidade maior

 

 

Hubble Deep Field

Em dezembro 1995 o telescópio espacial Hubble foi apontado, por 10 dias, para uma área vazia do céu na área da Ursa Maior. Produzindo uma das mais famosas imagens da astronomia moderna - a Hubble Deep Field. Uma pequena parte dela é mostrada aqui. Quase todos os objetos nesta imagem são galáxias que se encontram entre 5 e 10 bilhões de anos-luz de distância. As galáxias são mostradas em suas cores e formas naturais, algumas são novas e azuis, enquanto outras são velhas, vermelhas e empoeiradas.

 

Uma Fatia do Universo

 

Coletando milhares de galáxias distantes, é possível produzir uma fatia do Universo, como esta abaixo, da página 2dF Galaxy Redshift Survey, o qual mostra o Universo a uma distância de até 3,5 bilhões de anos-luz, embora não sejam coletados muitos dados para galáxias além de 3 bilhões de anos-luz. Este tipo de imagem mostra como as galáxias se aglomeram de forma uniforme em escalas maiores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                   ASTROLOGIA

 

 

 

 

 

                                                                       Origens

 

 

As primeiras cartas estelares do Egito datam de cerca de 4 200 a.C. e, embora sejam astronômicas, não se pode afirmar que houvesse distinção, àquela época, entre astronomia e astrologia.

Alguns historiadores afirmam que a astrologia surgiu na Suméria, por volta do IV milênio a.C. Por este motivo, durante muitos séculos, na Europa, os astrólogos foram chamados de caldeus. Uma das mais antigas referências foi encontrada em Nínive (Babilônia), na biblioteca de Assurbanipal. No entanto, a observação do céu à procura de presságios pode ser bem anterior, naquela região de clima imprevisível, onde as cheias dos rios Tigre e Eufrates não obedeciam um ritmo anual como as do Nilo.

Em tempos mais recentes, tem-se discutido a possibilidade de ser outra a origem da astrologia: a civilização do Vale do Indo, ou harapana. Em comum, essas duas civilizações compartilham a ênfase no papel das estrelas, pano de fundo e baliza do movimento do Sol e da Lua. Em Harappa teria se originado o conceito de nakshatra (sânscrito, "os imortais"), manazil (árabe) ou mansão lunar, que mais tarde daria origem ao zodíaco. Em ambas regiões o Sol causticante não é, como na fria Europa, o doador da vida, e sim a Lua, com as marés que provoca no mundo físico e nos seres vivos. Portanto, os nakshatras mediam a passagem da Lua pelo céu, sendo cada um destes asterismos a medida de arco média percorrida pela Lua em um dia.

 

 

                                                         NA ANTIGUIDADE

 

        Os sacerdotes caldeus nos legaram a primeira noção de zodíaco, ao observar que o Sol e a Lua cruzavam sempre as mesmas constelações dentro de uma faixa celeste que chamaram de Caminho de Anu. Contra o fundo de estrelas fixas, cinco estrelas errantes se moviam, os planetas, e seu caminho também se restringia ao espaço delimitado no céu pelo movimento aparente do Sol, a eclíptica. As eclipses eram, aliás, um dos mais importantes presságios para todos os povos antigos.

As previsões eram um guia para a agricultura, as cheias dos rios e outros fenômenos naturais, sendo depois estendidas para catástrofes decorrentes de ação humana, como guerras.

Fragmentos de documentos do reinado de Sargão de Agade, (2 870 a.C.) mostram que as previsões eram feitas com base no movimento do Sol e da Lua, dos planetas, de cometas, meteoros e outros fenômenos. Mesmo as condições atmosféricas ao começo do dia, que possivelmente era medido a partir do pôr do sol, indicavam como seria o dia seguinte. Se esse dia era o primeiro do mês lunar, as previsões se estendiam para o mês, se era o primeiro do ano (medido pelo nascimento ou ocaso heliacal de determinada estrela), valiam para o ano.

Do tempo do rei assírio Assurbanipal (século VII a.C.) são as mais antigas efemérides escritas que nos chegaram. Isto mostra que, à época, o conhecimento dos ciclos dos planetas era suficiente para permitir elaborar tábuas de seu movimento.

A astrologia babilônica se dedicava a prever eventos que influenciavam a vida coletiva, através de seu efeito sobre o rei, que personificava o bem-estar do reino. Após a tomada de Alexandria é que a astrologia começou a estudar o homem. O horóscopo mais antigo para uma pessoa data de 20/04/409 a.C..

No Egito surgiu Hermes Trimegisto que, afirmam alguns, é o escritor de um livro, Kaibalion, onde estão os "7 princípios do universo e da Astrologia".

Na Grécia foi fundada, por volta de 640 a.C., uma escola onde se ensinava astrologia. Aristóteles (que difundiu a idéia dos quatro elementos - água, fogo, ar e terra - influenciando o comportamento), Hiparco (que descobriu a precessão dos equinócios) e Ptolomeu (que apresentou em livros muito do que se sabe atualmente das bases principais da astrologia) são figuras importantes, que usavam a astrologia principalmente para reis e países. Mas ainda na Grécia este estudo se popularizou.

Em Roma a astrologia era consultada pelo povo e por reis e rainhas, inclusive o Imperador Augusto cunhou moedas com o seu signo. E Tibério estudava o mapa astrológico dos seus rivais.

A decadência do Império Romano significou a decadência da cultura legada da Grécia e do Oriente. A astrologia caiu para um estado de superstição, fato que levou a Igreja Católica a condená-la, ignorando as referências astrológicas no Evangelho de Lucas (os reis magos) e no Apocalipse. Assim, Agostinho de Hipona, que estudara astrologia, a renega após sua conversão.

 

                                                      

 

                                                                                Na idade média

 

 

A filosofia e a cultura clássicas sobreviveram durante a Idade Média européia graças aos árabes e ao Califado de Bagdá. Bagdá, capital do estudo astronômico no século X, foi sede também de uma astrologia de cunho empírico, estritamente prática e previsiva, como convinha a esse povo que criou o comércio internacional. O maktub árabe passaria a fazer parte da astrologia mediterrânea.

Isidoro de Sevilha (c. 636) foi um dos primeiros a separar astrologia e astronomia, embora ambas tenham sido separadas apenas n século XVI, quando o sistema de Copérnico substitui o de Ptlomeu.

 

 

                                                                                 Astrologia árabe

 

 

O maior astrólogo árabe foi Albumazer. Seu livro Introductorium in astronomiuum foi um dos primeiros a ser traduzido, no início da Idade Média, na Espanha. Nas Universidades da Espanha e Itália havia cadeiras de Astrologia. Estudos indicam que a astrologia influenciou inclusive a Cabala.

Outro árabe importante foi Abu'l-Rayhan Muhammad Ibn Ahmad Al-Biruni.

 

                                                                             Difusão européia

 

Na Idade Mëdia da Europa surgem astrólogos e defensores da astrologia em vários países.

  • Michael Scott (morto em 1235) a defendeu em seu Liber introductorium.
  • Santo Alberto Magno (c. 1200-1280), em resposta à discussão entre teólogos sobre ser a astrologia "ciência legítima" ou "arte adivinhatória", separou a astrologia das associações pagãs que ganhara no ocaso do Império Romano. Percebeu o valor teológico da ciência e filosofia gregas a árabes e recuperou os ensinamentos esquecidos de Aristóteles.
  • Tomás de Aquino (c. 1225-1274) viu os ensinamentos da astrologia como complementares à visão cristã.
  • Na Universidade de Bolonha, onde estudaram Dante e Petrarca, a cátedra de astrologia foi instalada em 1125.

Na Idade Média os astrólogos eram chamados mathematici, pois a astrologia era a aplicação mais importante da matemática. A prática da medicina era baseada na determinação astrológica do tratamento adequado, portanto os médicos também eram matemáticoa (como Tycho-Brahe).

Dante expõe ao ridículo, no Inferno da Divina Comédia, os astrólogos Guido Bonatti (conselheiro de Guido de Médici) e Michael Scott, mas por misturarem eles necromancia à astrologia, abusando dos conhecimentos que tinham obtido.

Cecco d'Ascoli, professor de astrologia em Bolonha, foi queimado vivo na fogueira em 1327 não por ser astrólogo, mas por suas opiniões heréticas.

 

                                                           Renascença

 

O Renascimento trouxe uma difusão da astrologia, apoiada inclusive pelo Papado.

Copérnico (seu trabalho sobre o heliocentrismo foi conhecido devido a um astrólogo - Reticus - que o imprimiu e acrescentou, com o consentimento do autor, um capítulo sobre Astrologia), Paracelso (botânico), Nostradamus, Tycho-Brahe (médico e astrônomo), Galileu, Kepler e Newton estudaram e usaram a astrologia.

Copérnico, ao propor o heliocentrimo, recuperava o conhecimento de Aristarco. Tycho-Brahe viria, com suas acuradas observações dos movimentos planetários, na Dinamarca, a fornecer dados para comprovar a teoria de Copérnico. Kepler foi assistente de Tycho-Brahe. Em seu Concerning the more certain fundamentals of astrology (1602), expõe em 75 teses a forma como o Sol, a Lua e os planetas influenciam os acontecimentos na Terra.

A astrologia e a astronomia eram, de início, um mesmo estudo. Tycho-Brahe, por exemplo, nascido em 1546, era médico e astrônomo em Copenhague, mas também astrólogo do rei da Hungria.

 

                                Tempos modernos

 

A cisão entre astronomia e astrologia levou, por um lado, à popularização desta, por outro, a seu patamar mais baixo. A astrologia popular européia dos séculos XVIII e XIX não pode ser considerada séria.

A situação muda no século XIX com os seguidores de Helena Blavatsky, e depois com Alan Leo, na Inglaterra. Blavatsky traz uma vertente oriental, da Índia, que vai conformar a astrologia desta época com aos fundamentos da teosofia.

A partir das últimas décadas do século XX, com o aumento do número de pessoas que se interessam pela psicologia de C.G.Jung, a astrologia passa a ser predominantemente psicológica em lugar de previsiva, sua meta passa a ser o autoconhecimento profundo.

Nesse começo de século XXI, com a expansão da informação pela internet, e o aumento do intercâmbio cultural entre oriente e ocidente, estão sendo retraduzidas obras antigas, a partir das versões mais próximas da fonte original. É o caso da tradução direta do árabe para o inglês de livros que ficaram conhecidos na Europa através de suas rtraduções espanholas ou italianas. Textos originalemnte em, latim estão sendo revistos.

Novos paradigmas filosófico-científicos também estão influenciando a astrologia. A complexidade, o holomovimento de Bohm, os campos morfogenéticos de Sheldrake, e muitas outras novas linhas de pesquisa e de integração do conhecimento e da vida humanos, vêem na astrologia um instrumento importante para a compreensão da teia que forma a realidade em que estamos todos inseridos.

 

                            Em outros países

 

 

Na Índia a astrologia Jyotish é usada habitualmente há longo tempo. Na China a astrologia continua a florescer. Ambas, bem como a astrologia reintroduzida no Egito no período helenístico, têm forte influência da astrolgogia grega, sendo portanto tardias.

O Tibete tem sua astrologia, mais recente, que é usada em diagnósticos médicos, entre outras utilidades.

Já os maias tinham uma astrologia autônoma, desenvolvida em seus observatórios astronômicos extremamente precisos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SIMBOLISMO PLANETÁRIO

 

Como toda essa criação, os caldeus atribuíram aos planetas as seguintes características:

 

* Sol: vontade criadora, ação, senso de integridade pessoal, impulso maior de realização, espírito. O pai, o marido no seu aspecto de comandante, o chefe. O coração, a visão.

 

* Lua: sensibilidade para com o meio-ambiente, senso de sobrevivência, alimentação, corpo. A mãe, a esposa no seu aspecto de suporte. Também o passado e os distúrbios funcionais orgânicos.

 

* Mercúrio: funcionamento da mente, raciocínio, destreza manual, capacidade de expressão. Pequenas viagens. Os irmãos, mas também o médico, o remédio, o astrólogo, a forma de estudar e aprender.

 

* Vênus: gostos, atratibilidade, amor abnegado, senso de beleza, valores pessoais, luxo, conforto, sensualidade, senso estético, harmonia, ritmo. As artes. Figuras femininas: a mãe em seu aspecto de valorização da beleza física e hábitos sociais, a amante, a irmã. A garganta, os rins.

 

* Marte: impulso de auto-afirmação, senso de identidade, combatividade, sexualidade. A espada, que separa e corta. O marido no seu aspecto de amante, o rival em uma guerra ou nos negócios, o cirugião, a luta pela carreira. A guerra. O sangue e os músculos. Orgãos sexuais e reprodutores.

 

* Júpiter: expansão, sentido de vida, capacidade de síntese, bens e prestígio, sorte, crescimento, otimismo. Os avós, a autoridade espiritual que se segue, a justiça protetora. A graça divina. O fígado.

 

* Saturno: senso de limite, a disciplina, sentido do dever, a função social, os medos. A justiça punitiva, a polícia, o fisco, o presente. Os ossos, os dentes, a coluna vertebral.

      Os astrólogos decidiram isso em função da época em que esses planetas foram primeiro avistados e o que acontecia na sociedade quando isso ocorreu, pois seguem a norma de que o que está em cima é igual ao que está embaixo, como escrito na Tábua de Esmeralda, antigo documento alquímico.

 

 

 

                            O antigo egito

  O Antigo Egipto foi uma civilização da Antiguidade que se desenvolveu no canto nordeste do continenteafricano, mais especificamente num território compreendido entre a primeira catarata e o delta do rio Nilo, limitando a leste com deserto da Arábia, a oeste com o deserto da Líbia, a sul com a Núbia e a norte com o Mar Mediterrâneo.

A história do Antigo Egipto inicia-se em cerca de 3100 a.C., altura em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egipto, e termina em 30 a.C. quando o Egipto, já então sob dominação estrangeira, se transformou numa província do Império Romano, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Ácio. Durante a sua longa história o Egipto conheceria três grandes períodos marcados pela estabilidade política, prosperidade económica e florescimento artístico, intercalados por três períodos de decadência. Num desses períodos de prosperidade, designado como Império Novo, correspondeu a uma era cosmopolita durante a qual o Egipto dominou uma área situada entre a Núbia e o rio Eufrates.

A civilização egípcia foi umas das primeiras grandes civilizações da Humanidade e manteve durante a sua existência uma continuidade nas suas formas políticas, artísticas, literárias e religiosas, explicável em parte devido aos condicionalismos geográficos, embora as influências culturais e contactos com o estrangeiro tenha sido também uma realidade.

 
 
 
 
 
 
 
Pirâmides de Guiza (ou Gizé)
 
 
 
 
 
 
 
 
                                      Os nomes do egito
 
 
 
Vista aérea do rio Nilo perto de Luxor
Vista aérea do rio Nilo perto de Luxor

Os antigos Egípcios usaram vários nomes para se referirem à sua terra. O mais comum era Kemet, "a Terra Negra", que se aplicava especificamente ao território nas margens do Nilo e que aludia à terra negra trazida pelo rio todos os anos. Decheret, "a Terra Vermelha", referia-se aos desertos com as suas areias escaldantes, onde os Egípcios só penetravam para enterrar os seus mortos ou para explorarem as pedras preciosas. Também poderiam chamá-la Taui ( "as Duas Terras", ou seja, o Alto e o Baixo Egipto), Ta-meri ("Terra Amada") ou Ta-netjeru ("A Terra dos Deuses"). Na Bíblia o Egipto é denominado Misraim. A actual palavra Egipto deriva do grego Aigyptos (pronunciado Aiguptos), que se acredita derivar por sua vez do egípcio Hetkaptah, "a mansão da alma de Ptah". Os habitantes actuais do Egipto dão o nome Misr ao seu país.

 

 

 

 

 

 

                                        Os egípcios

Detalhe de pintura mural do túmulo de Nebamun que mostra dançarinas e uma instrumentista. Museu Britânico, c. 1350 a.C
Detalhe de pintura mural do túmulo de Nebamun que mostra dançarinas e uma instrumentista. Museu Britânico, c. 1350 a.C

 

 

 

     Os Antigos Egípcios foram o resultado de uma mistura das várias populações que se fixaram no Egipto ao longo dos tempos, oriundas do nordeste africano, da África Negra e da área semítica.

A questão relativa à "raça" dos antigos Egípcios é por vezes geradora de controvérsia, embora à luz dos últimos conhecimentos da ciência falar de raças humanas revela-se um anacronismo. Até meados do século XX, por influência de uma visão eurocêntrica, considerava-se os antigos Egípcios praticamente como brancos; a partir dos anos 50 do século XX as teorias do "afro-centrismo", segundo as quais os Egípcios eram negros, afirmaram-se em alguns círculos. [2] . Importa também referir que as representações artísticas são frequentemente idealizações que não permitem retirar conclusões neste domínio.

Os Egípcios tinham consciência da sua alteridade: nas representações artísticas dos túmulos os habitantes do vale do Nilo surgem com roupas de linho branco, enquanto que os seus vizinhos líbios e semitas com roupas de .

A língua dos Egípcios (hoje uma língua morta) é um ramo da família das línguas afro-asiáticas (hamito-semíticas). Esta língua é conhecida graças à descoberta e decifração da Pedra de Roseta, onde se encontra inscrito um decreto de Ptolomeu V Epifânio (205-180 a.C.) em duas línguas (egípcio e grego) e em três escritas (caracteres hieroglíficos, escrita demótica e alfabeto grego). Em 1822 o francês Jean-François Champolliondecifrou a escrita hieroglífica e a demótica que se encontravam na pedra, permitindo assim o acesso aos textos do Antigo Egipto e o começo da Egiptologia.

O número de habitantes do Antigo Egipto oscilou segundo as épocas. Durante o período pré-dinástico (4500-3000 a.C.) a população rondaria os centenas de milhares; durante o Império Antigo (século XVII a XII a.C.) situar-se-ia nos dois milhões, atingindo os quatro milhões por altura do Império Novo. Quando o Egipto se tornou uma província romana a população deveria ser cerca de sete milhões. Esta população habitava nas terras agrícolas situadas nas margens do Nilo, sendo escassas as populações que viviam no deserto. Ao contrário das civilizações da Mesopotâmia, o Antigo Egipto não desenvolveu uma importante rede urbana.

 

 

 

                          Primórdios

 

Em tempos recuados o Egipto foi uma savana. Quando se inicia o Neolítico, por volta de 6000 a.C., o território já tinha adquirido as características áridas que o caracterizam actualmente. As principais culturais do Neolítico no Egipto estão documentadas no Faium e em El-Omari (norte) e em Tasa e Mostagueda (sul).

O período pré-dinástico (período anterior às dinastias históricas) vê nascer no Alto Egipto três culturas: a badariense, a amratiense e gerzeense. Esta última civilização acabará por se estender a todo o Egipto. Nesta época produzem-se instrumentos de cobre e pedra, assim como uma cerâmica vermelha decorada com motivos geométricos e animais estilizados.

Teria sido Narmer, um rei do Alto Egipto, quem unificou as duas regiões por volta de 3100 a.C. Uma placa de xisto, conhecida como a Paleta de Narmer, comemora este evento. Um dos lados desta placa mostra Narmer usando a coroa do Alto Egipto (a coroa branca), enquanto que o outro lado mostra-o com a coroa do Baixo Egipto (a coroa vermelha) num cortejo triunfal. Narmer é identificado por alguns egiptólogos com Menés, nome pelo qual é designado o primeiro rei do Egipto na lista de Maneton.

 

 

 

 

Cabeça de esfinge de Amenemhat III em alabastro. Museu do Louvre 

 

 
Cabeça de esfinge                                                                                    

 

 

 

                                                              2ª VERSÃO DO MAPA CONCEITUAL

 

 

 

 

 

 

  Concluímos que:                   

 

 

 

            Apesar das dificuldades,a falta de tempo,e a nossa preguiça,conclímos esse trabalho com sucesso.Somos gratas pela paciência e a dedicação da nossa professora:GREDE.....

           Adoramos essa experiência e esperamos obter muito proveito desse trabalho.

 
                  BEIJOS PARA TODOS.........
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Comments (1)

Anonymous said

at 9:10 am on Apr 24, 2007

ESTAMOS APAVORADAS!!!!!!!!!!!NÃO CONSEGUIMOS SALVAR O NOSSO TRABALHO POR NADA NO MUNDO ......
SALVAMOS VÀRIAS VEZES E NAO ESTÁ SALVANDO!!!!
AS LETRAS ESTAO TODAS AMONTOADAS E ESTA TUDO MUITO RIDICULO
SOCORROOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!POR FAVOR............

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